sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
será que eu também serei chamada de terrorista??? por estar do lado da minha terra, povo, pátria... por não aceitar que sejamos governados por conservadores que impõe atraves de repressões violência contra qualquer grupo social ??? quem usa da violência nas manifestações??? choques, cassetetes, spray de pimenta,gás lagrimogeneos, escudos, balas de borracha, em outros paises armas laser para provocar cegueira por minutos, escudos que causam asfixia, para serem usado contra pessoas desarmadas, covardia absurda....desocupações injustas. Enquanto politícos enchem seus bolsos gordos de dinheiro ...até quando ???até quando??? quando os movimentos sociais vão ter vozes sem precisarem se manifestar e sem serem tratados com violência??? um manisfestante esta lutando pelo seu direito, pela sua familia, pelo país ...SOU SIM UMA INDIGNADA
EUA liberam prova sobre roubo de bebês na ditadura argentina
A Embaixada dos Estados Unidos na Argentina entregou às Abuelas de Plaza de Mayo um documento que é importante prova de que o roubo de filhos de militantes que se opuseram à ditadura argentina foi uma política de Estado.
O conteúdo do documento é uma comunicação entre o embaixador argentino nos EUA à época, Lucio Alberto García de Solar, e Elliott Abrams, funcionário da Secretaria de Estado desse país, realizada em 1982, em Washington, na qual o primeiro informa que os desaparecidos estão mortos, mas que seus filhos foram entregues a outras famílias para serem criados e que a decisão do então presidente de fato Reynaldo Bignone era não revisar o tema nem devolver as crianças.
O material havia sido parcialmente aberto em 2002 e agora será conhecido o teor de três parágrafos que estavam inacessíveis até o momento. O documento havia sido requerido como prova para o processo relativo ao “Plano Sistemático de apropriação de Crianças” pela ditadura. O conteúdo é fundamental para provar a existência de una política definida e organizada desde os altos comandos das forças armadas para a apropriação de bebês de detidos desaparecidos.
Em maio de 2011, a Câmara de Deputados dos Estados Unidos rejeitou o pedido das avós para a abertura dos arquivos deste país sobre a última ditadura na Argentina. O presidente da Comissão de Inteligência da Câmara estadunidense, o democrata Maurice Hinchey chegou a tripudiar do pedido, argumentando que “seria uma perda de tempo e de recursos para os organismos estadunidenses de espionagem, que necessitam concentrar esforços para desmantelar organizações como a Al-qaida”
Até hoje, a organização formada para identificar o paradeiro das crianças – hoje já adultos – que nem sequer conhecem sua própria origem e identidade já encontrou 103 filhos de desaparecidos políticos. Estima-se que ao todo 500 crianças foram tiradas de sua família e registradas como filhas de integrantes da repressão, ou abandonadas em instituições sem identificação.
As Abuelas celebraram a disposição da Embaixada norte-americana na Argentina. A liberação do documento deixa a associação otimista. Em comunicado, elas afirmam esperar que seja o início da liberação de todos os documentos sobre a ditadura argentina de posse dos EUA.Com informações da Carta Maior
O conteúdo do documento é uma comunicação entre o embaixador argentino nos EUA à época, Lucio Alberto García de Solar, e Elliott Abrams, funcionário da Secretaria de Estado desse país, realizada em 1982, em Washington, na qual o primeiro informa que os desaparecidos estão mortos, mas que seus filhos foram entregues a outras famílias para serem criados e que a decisão do então presidente de fato Reynaldo Bignone era não revisar o tema nem devolver as crianças.
O material havia sido parcialmente aberto em 2002 e agora será conhecido o teor de três parágrafos que estavam inacessíveis até o momento. O documento havia sido requerido como prova para o processo relativo ao “Plano Sistemático de apropriação de Crianças” pela ditadura. O conteúdo é fundamental para provar a existência de una política definida e organizada desde os altos comandos das forças armadas para a apropriação de bebês de detidos desaparecidos.
Em maio de 2011, a Câmara de Deputados dos Estados Unidos rejeitou o pedido das avós para a abertura dos arquivos deste país sobre a última ditadura na Argentina. O presidente da Comissão de Inteligência da Câmara estadunidense, o democrata Maurice Hinchey chegou a tripudiar do pedido, argumentando que “seria uma perda de tempo e de recursos para os organismos estadunidenses de espionagem, que necessitam concentrar esforços para desmantelar organizações como a Al-qaida”
Até hoje, a organização formada para identificar o paradeiro das crianças – hoje já adultos – que nem sequer conhecem sua própria origem e identidade já encontrou 103 filhos de desaparecidos políticos. Estima-se que ao todo 500 crianças foram tiradas de sua família e registradas como filhas de integrantes da repressão, ou abandonadas em instituições sem identificação.
As Abuelas celebraram a disposição da Embaixada norte-americana na Argentina. A liberação do documento deixa a associação otimista. Em comunicado, elas afirmam esperar que seja o início da liberação de todos os documentos sobre a ditadura argentina de posse dos EUA.Com informações da Carta Maior
AOS PARASITAS E VERMES DA SOCIEDADE!!!
Odeio os indiferentes. Como Friederich Hebbel acredito que “viver significa tomar partido”. Não podem existir os apenas homens, estranhos à cidade. Quem verdadeiramente vive não pode deixar de ser cidadão, e partidário. Indiferença é abulia, parasitismo, covardia, não é vida. Por isso odeio os indiferentes.
Quanto mais crianças morrerem, sofrerem , mais alta as ações da indústria bélica americana nas Bolsas de Valores... ( Eu sou uma indignada, por saber que " seres humanos" são capazes de fazer estas coisas ,os quais nunca vão entender nossa luta, nossa dor, nossa força para continuar lutando, hasta siempre!)
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